A Bomba-Relógio

     Bem acostumados estamos à filosofia do capitalismo: Estudar, trabalhar, curtir. Hoje até as crianças já são incentivadas a pensarem sobre qual faculdade farão. Quando a antiga geração olha para a nova se alegra e exclama: “Vejam como as cosias melhoraram! Hoje eles têm carrões, fizeram faculdade, não casaram tão cedo e deixaram para ter os filhos mais tarde e ainda assim, apenas 1 ou 2 para poderem criar bem...” Oh! Grande coisa que estamos fazendo!
A felicidade se tornou artigo de luxo; já o estresse converteu-se em pretinho básico. Os jovens que agora casam mais tarde têm mais tempo para se macular e entrarem em uma relação matrimonial ainda mais sujos, isso quando entram, porque a maioria prefere continuar desfrutando os prazeres do casamento sem suas responsabilidades. Não era de se duvidar isso da geração que inventa frutas sem caroços, mas, esquece que tais são as sementes!
E as criancinhas estressadas e mimadas, filhos únicos doutrinados a se acostumar que os ensinos da vovó estão errados... São estimulados a lutarem por sua felicidade não importando o que isto custe, sendo edificadas sem a verdade tudo que lhes restará será um vazio; uma liberdade para fazer o que quiser, porém sem sentido para fazer qualquer coisa. Belos carros conversíveis, tentando atravessar um pântano em dia de tempestade.
Antes o pecado era feito escondido. Hoje é tratado como algo diferente que deve ser respeitado. Antes amigo era aquele que confrontava o erro e excelente o pai que sabia a hora da disciplina. Hoje se celebra a sociedade do finja que é verdade que eu finjo que acredito. Sociedade onde a mão de um pai (por lei) não tem mais autoridade sobre o filho e acordos apenas são validos (ou às vezes válidos) quando carimbados por em um cartório.
Uma sociedade construída sem os pilares da verdade e da honra será sempre uma sociedade bomba-relógio. Já estamos diante das primeiras explosões. Alunos batendo em professoras, crianças mantendo relações sexuais, comportamentos antinaturais sendo impostos como normais, crescimento do uso de drogas, aumento no número de divórcios...
A família está indo por água a baixo. A honra e o respeito que mantinham os vínculos não existem mais. Todavia o principal, é que a os homens vivem sem Deus. Já não sabem mais o que é pecado e não sabendo, não entendem a necessidade de perdão. Machucados, machucam, como os zumbis da ficção, os homens se tornaram mortos vivos que matam!
Senhor Jesus, assombrados, nos ajoelhamos diante de Ti. Perdoe os nossos pecados e nos ensine a viver a vida que só o Senhor tem para nós! Amém.

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