Impacto da Glória!

Olá amados leitores. O que lhes parece o seguinte trecho: “Estava maravilhoso! Riamos, chorávamos... Foi algo tremendo. Profecias, línguas, gente caindo para todo lado”. Logo de cara você deve estar pensando: “Mais uma história de desvio doutrinário, ou, mais um artigo apologético”. Entretanto não isso. Venho aqui falar de algo que impactou profundamente minha vida. Neste final de semana (3-5/06/10) participei do Seminário Nacional do Espírito Santo da ALIA em Biguaçu-SC. Foram dias tremendos que não posso descrever em palavras. E justo nesse ponto começo a explicar (?). Descobri que vinha cometendo um erro. Quando escutava uma pregação ou assistia um DVD, criticava algumas manifestações, do tipo risadas, quedas, etc. Lógico que criticava os exageros, aquilo que julgava anti-bíblico e assim por diante. Mas quando voltei deste retiro, e passei a descrevê-lo para meus familiares, percebi que estava descrevendo com grande entusiasmo aquilo que outrora criticara. Estaria eu me contra dizendo? Desviando-me da sã doutrina? Não! Minhas posições teológicas não mudaram neste encontro e continuo sendo um apologista. O que o Senhor me mostrou, é que existe uma diferença enorme entre assistir e participar. Em boa parte dos casos, só estamos aptos para compreender se uma manifestação é genuína ou não se estivermos no local. Existe um fator determinante: A Glória de Deus. No caso deste final de semana, a glória de Deus era tanta, que quando o Ap. Luiz Hermínio ministrava as verdades Bíblicas, nossos olhos derramavam lágrimas como pequeninos riachos. E quando falava das maravilhas de Cristo, começávamos a sorrir. Foram dias de glórias, glória tal que desejo levar adiante. Já tive sim, muitas experiências transcendentes. Já vi milagres, sinais e prodígios. Até mesmo literalmente enxerguei um fragmento da glória de Deus. Já ouvi a música do céu e outras coisas mais. Entretanto esse seminário foi diferente. Inclusive, quero falar um pouco deste homem, o Ap. Luz Hermínio. Primeiramente, penso que você deve estar assustado a me ver chamá-lo assim. É verdade, não é meu costume, mas no caso do Hermínio, reconheço esse ministério como genuíno, dado por Deus. Antes destes dias, minha posição era completamente diferente. Eu tinha algumas resistências. Havia assistido algumas ministrações dele e pensava: “Por que esse cara não se preocupa mais em pregar a palavra e menos em rir?” Depois deste dias estou pensando: “Porque não consigo parar de rir?” Entende? Talvez não entenda, talvez eu perca alguns leitores por esse artigo. Mas quero reafirmar o que desde o começo tenho proposto nesse blog. “O homem de hoje não precisa de um novo Evangelho. Mas o Evangelho de sempre, precisa de novos homens hoje”. Sou cristão, pentecostal, reformado, monergista... Pequei amados, pequei em meu julgamento em relação a esse homem e alguns outros. Não estou lhe pedindo que pare “conferir as coisas”, de analisar segundo o crivo das Escrituras. Estou pedindo que nossa máxima de estudar o texto dentro do contexto, valha para as manifestações da presença de Deus. Antes de abrirmos nossa boca para dizer sim ou não, abramos nosso coração ao Espírito e nossas mentes atentem ao fator ‘circunstância’ ou ‘momento’. Só conseguimos compreender o que está se passando em um culto quando nele estamos de coração aberto. Amados, sugiro que visitem o site do MEVAM e ‘bebam’ desta fonte. Um abraço a todos, Sidinei Bühler Kauer.

1 comentários:

Pollyanna Brito disse...

Entendo sua posição mediante suas experiências. Não duvido do poder de Deus, mas duvido do homem...Não posso colocar uma regra e dizer que ninguém nunca vai cair diante do poder de Deus, pois quem dita as regras é o Todo-Poderoso. O que eu sempre questiono é "qual a necessidade?" e "o que muda na vida daquele que cai?". Vejo pessoas caindo em cultos e suas vidas continuam do mesmo jeito, sem mudanças, sem melhoras... Para alguns cair é "sagrado" e se não caí, Deus não estava lá. Certa feita fui num culto de uma igreja que muitos rodam e caem, mas neste dia não teve som mecânico, nem play-back, o louvor foi na garganta mesmo. Percebi que ninguém rodou, nem caiu, afinal, não havia nenhuma batida motivacional para isso. E se vc perguntasse alguém ali, talvés iria até dizer q o culto nem foi tão bom! MAS A PALAVRA FOI PREGADA, ISSO Q IMPORTA. Não sei se vc consegue me entender, mas não duvido q vc possa ter experimentado algo realmente da parte de Deus, mas da demanda q se segue, vejo demasiadamente mistura de emocional... Se culto é racional, é racional...Outro dia estive numa igreja e uma jovem do meu lado caiu (ela sempre cai). Em seguida levantou parecendo uma pessoa alcolizada, sentou e ficou o restante do culto com sono e doida para que o pastor encerrasse a Palavra para ela ir embora. Bem...se ela caiu cheia de Deus, ela seria a última a desejar o fim do culto...
A paz querido!

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