Pregações em pomerano!

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Deus quer salvar a família toda - 15.

O grande amor de Deus pelos seres humanos - 03

A diferença entre os ladrões da Cruz - 08

Quem herdará o Reino dos Céus - 6.

Cristão ou crente o que você é? - 4.

O que significa a volta de Jesus para nós - 9.

Formados nas coxas de Deus

Fp 4.11-13 “11Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. 12Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez; 13tudo posso naquele que me fortalece”.

Tudo posso naquele que me fortalece. A famosa expressão paulina. O que era esse ‘tudo’? No caso do trecho que lemos, está se referindo a situação financeira. Como também no trecho a seguir.

1Tm 6.8-10 “8Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes. 9Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. 10Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores”.

Mas o mesmo Paulo, é o Paulo que passou por várias tribulações:

2Co 11.23-27 “23São ministros de Cristo? (Falo como fora de mim.) Eu ainda mais: em trabalhos, muito mais; muito mais em prisões; em açoites, sem medida; em perigos de morte, muitas vezes. 24Cinco vezes recebi dos judeus uma quarentena de açoites menos um; 25fui três vezes fustigado com varas; uma vez, apedrejado; em naufrágio, três vezes; uma noite e um dia passei na voragem do mar; 26em jornadas, muitas vezes; em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos entre patrícios, em perigos entre gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre falsos irmãos; 27em trabalhos e fadigas, em vigílias, muitas vezes; em fome e sede, em jejuns, muitas vezes; em frio e nudez”.

E ainda em 2Co 4.17 “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação”.

O Paulo que afirma “Tudo posso naquele que me fortalece” é também o Paulo que em tudo está contente. O mesmo Paulo que Passou horrores em tribulações é o Paulo que diz que tudo isso é leve e momentâneo.

Ser pobre ou rico, atribulado ou não é tudo relativo. Ora em paz ora em guerras, ora em graças ora em desgraças. Dinheiro vai e vêm tribulações também. A regra é: Em tudo isso, esteja contente! Em outras palavras: Esteja contentado!

Mas não confunda contentamento com conformismo.

Rm 12.2 “E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.

Alguns irmãos preciosos que visitaram a Bahia me ensinaram que a expressão ‘levando nas coxas’ é devida ao tempo em que as telhas das casas eram feitas nas coxas dos escravos. Como as coxas deles serviam de forma para as telhas, estas não tinham um padrão rígido de tamanho e forma, visto que também os escravos tinham coxas diferentes.

Não podemos nos conformar aos padrões desde mundo e dizer ‘é assim mesmo’. Mas devemos nos debruças nas coxas do Pai e nos contentarmos com a forma que ele nos der!

Quem se conforma com o mundo, se torna impessoal. Não encarna. Diviniza-se e ai se cumpre a triste frase da banda ‘Reação em Cadeia’: “Encontrei o inferno, ao descobrir o céu, paguei o seu preço, o seu destino é meu”. As pessoas se venderam ao diabo para se tornarem deuses. Almejando o céu, conformaram-se a terra e conhecerão o inferno. O diabo pagou o preço delas com conforto, modismos e uma falsa ilusão de paz.

As telhas conformadas nas coxas do diabo e as formadas nas coxas do Pai são incompatíveis. Quem está contente, formado pelo Pai é. Quem está conformado, permutou a sua forma de criatura de Deus em imagem de Satanás. A verdade é esta: Deus formou o homem e este se conformou a Satanás.

O Conformado murmura contra o Pai, porque é diferente d’Ele. O formado, parou de lutar contra, e se contenta com o que o Pai lhe dá. O Reino de Deus tem forma, a forma que o Rei lhe dá, que está na Palavra. O reino das trevas se conforma. Quem nele está vê a desgraça e não se importa desde que não seja consigo mesmo, até que pela própria seja ceifado.

Coloca-me em tuas coxas Pai, me forma à tua imagem, como me formaste princípio. Perdoa-me por ter me deitado nas coxas do diabo e ter a ele me conformado. Quero estar segundo a tua forma, sempre contente. Nunca murmurando, sempre contentado contigo e inconformado com as trevas.

Dízimos e ofertas

Gn 14.18-20 “Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; era sacerdote do Deus Altíssimo; abençoou ele a Abrão e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, que possui os céus e a terra; e bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus adversários nas tuas mãos. E de tudo lhe deu Abrão o dízimo”.
Observem que fato interessante. Esse episódio que acabamos de ler se refere a um tempo anterior ao judaísmo e ao cristianismo. Isso aconteceu muito antes de Moisés receber a lei e milhares de anos antes de Jesus ensinar sobre a Santa Ceia. De onde então surge esse Melquisedeque? Diz a palavra que ele era rei de Salém, atual Jerusalém. Melquisedeque, se não era o próprio Cristo em uma teofania (Deus em forma de homem), então era no mínimo alguém que recebeu uma revelação muito profunda. Era sacerdote de Deus, em uma escala de intimidade, Melquisedeque era maior que Abraão, visto que ele lhe entrega os dízimos. Além do que, Melquisedeque trazia os elementos da Santa Ceia, pão e vinho. A Aliança que Abraão faz com Deus através de Melquisedeque é uma aliança que envolve dízimo, pão e vinho.
Observem então que o dízimo é uma das primeiras coisas que Deus estabeleceu na fé. Leiamos também o texto de Ml 3.8-12.
Perceba que neste texto deixar de dizimar e ofertar é chamado de “Roubar Deus”. Se roubar já é uma coisa terrível, imagine agora como é infernalmente terrivel roubar Deus! Se alguém que rouba um ser humano já é passível de punição e até do inferno caso não se arrependa quanto mais quem rouba a Deus. Mas como saber se um ladrão se arrependeu mesmo e será perdoado? Simples! Um ladrão arrependido para de roubar! Se você não tem dizimado, está roubando a Deus. E o mesmo se dá com as ofertas. O texto explica que não dar ofertas é roubar a Deus também. E alguém poderá dizer: “Ah, mas oferta é algo voluntário”. Exatamente, é algo voluntário no que se refere à quantidade. Ou seja, você precisa ofertar, mas tem liberdade de escolher a quantia. O dízimo representa 10% do que você ganha e as ofertas são o que você dá além dessa porcentagem.
Dízimo é a forma pela qual você demonstra a Deus que depende d’Ele, que tudo que você tem é d’Ele. Oferta é a forma como você demonstra sua gratidão e confiança a Ele, é sua semente para uma vida melhor. Falando sobre ofertas Paulo diz: “aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará” 2Co 9.6. O texto de Malaquias ainda fala que aqueles que dizimarem e ofertarem verão Deus lhes abençoar de uma forma incrível. Dizimar e ofertar são mecanismos que Deus criou para te abençoar. Sempre que você alegremente dizima e oferta Deus abre os céus e derrama bênçãos sobre sua vida nas mais diversas áreas que você possa imaginar.
Além de dizimar e ofertar dinheiro, você deve ter sua vida no altar do Senhor. Se oferecer a Ele em trabalhos para a obra, como discipulado, evangelismo, visitas, oração. Oferte sua vida na presença do Senhor! Venha para as células e cultos e se entregue completamente a Deus. Feche os olhos, adore com todas as forças de seu coração, ore, ouça a Palavra, O cultue de verdade. Se você apenas aprender as regras do cristianismo, mas não for alguém completamente rendido aos pés de Jesus, não adiantará, será apenas um legalista.
Pergunte para si: Tenho sido fiel nos dízimos, até mesmo nos centavos? Tenho sido um ofertante generoso e alegre? Tenho realmente entregue minha vida, meu tempo, minhas forças como oferta a Deus? Tenho me entregue completamente a Ele durante os cultos, células e demais reuniões?
Se você tem sido um ladrão e roubado a Deus, peça perdão a Ele nesse momento e Ele vai te perdoar pode ter certeza. Mas a prova de seu arrependimento será sua mudança de atitude e sua fidelidade nos dízimos e ofertas daqui por diante, tanto financeiras, como nas demais áreas de sua vida.

Escravos da imagem II

“Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes” Jesus Cristo.

Em primeiro lugar, se Jesus disse está dito e é verdade. Podem dizer e fazer o que for, mas a assinatura de Jesus é mais poderosa do que qualquer bomba criada ou por criar. Interessante que alguns rapazes se fingem de doentes para serem atendidos por belas enfermeiras. E nós, que até ontem éramos doentes terminais, fazemos questão de dizer que estamos sãos, ao invés de admitir nosso real estado para sermos atendidos pelo médico Jesus, o Maravilhoso Cristo!

Quem perde com isso? Nós, a igreja, os perdidos... Sim, os perdidos, porque não vão querer ‘contaminar’ esse povo ‘tão santo’. Por que ‘coamos o mosquito e engolimos o camelo’ Mt 23.24? Estamos criando um neo-farisaísmo, um ‘partido cristão’ cheio de frescurinhas que esquece os princípios mais elementares da fé (Hb 5.12). Eu tenho chorado nos últimos dias. Não posso compreender mais os cristãos. E que dizem de minhas crises? Uns chamam de frieza, outros de pessimismo, falta de fé. Eu chamo de despir. Despir de máscaras, de falsidades, de uma pseudo felicidade.

Escravos da imagem I

“Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes” Jesus Cristo.

Aparências podem afastar ou atrair pessoas. Aparências poderosas atraem quantidade e afastam qualidade. Aparências simples afastam quantidade e atraem qualidade. Aparências rudes não atraem quantidade nem qualidade, se bem que desta um resquício, sinceridade.

No primeiro ano da faculdade, nosso ônibus foi parado por um tanque do exército e militares armados entraram... Ninguém puxou conversa com aqueles homens! Outro dia, viajando, nosso ônibus foi parado por uma força especial, não sei o nome, mas usam o mesmo símbolo do BOPE. Entrou um homem fortemente armado em nosso ônibus, e embora conversássemos sua simples presença nos fez calar. Pobre da senhora que estava no sanitário e quando abriu a porta deu de cara com o policial! Pois é, esses homens ‘poderosos’ nos dão medo, afinal qualquer descuido e aquelas poderosas armas poderiam acabar conosco.

Já o contrário percebi quando em uma viagem, um presidiário sentou ao meu lado. Contou um pouco de sua vida e apresentou-me os ‘papeis’, ali dizia que estava preso por tráfico e assassinato, tinha sido liberado para visitar a família no dia das crianças. Ele também me contou a história de suas cicatrizes. Senti muito mais humanidade nele do que nos ‘homens da lei’. O mesmo quando sentei ao lado de um rapaz e depois de um tempo de conversa ele confessou: “Matei dois homens há quinze dias”. Pude sentir o lado humano neles! O primeiro iria visitar a família e este último, matou em defesa de um familiar. Não quero justificar ninguém, e nem dizer o que é certo e o que é errado. Apenas, que aqueles que desnudam sua alma e admitem suas debilidades são passíveis de ajuda. Os que por outro lado se fecham atrás de títulos e ‘armaduras’ são isolados de socorro. De modo algum estou falando dos militares, pois eles estavam cumprindo dignamente sua função e me fazem sentir seguro neste país. Mas falo que nós, meros humanos, precisamos despir-nos de nossas grandezas e fingimentos e parar de viver de fachadas! Enquanto a fachada estiver linda, o mutirão não se formará para reformar a casa que rui logo adiante.

Mas quem liga para isso? Vivemos na idiota sociedade do ‘tudo bem’ e como diz o Pr. Ed René, “o que significa ‘tudo bem? ’”. Esses dias passeando com meu amigo Pr. Guilherme Alexandre, encontramos alguns microfones a venda e nos interessou o fato que um, de reconhecida marca, estava em uma simples caixa e outro, de marca desconhecida em um invólucro luxuoso. Claro, quem tem conteúdo não está muito preocupado com a embalagem. Embalagens protegem o bom e vendem o ruim. As pessoas te compram por tua imagem ou tua imagem protege tua essência? Que possam me amar pelo que ‘sou’ e o que pareço me proteja do deixar de o ‘ser’. Porque se não mais o ‘for’, se dilui a essência da ‘existência’ e perco o ‘eu’.

Meu desejo é que retires a fachada, convoques o mutirão e que tua singela embalagem te preserve da cobiça e, por conseguinte dos assaltos.

Heroína, uma menina qualquer.

2Rs 5.1Naamã, comandante do exército do rei da Síria, era grande homem diante do seu senhor e de muito conceito, porque por ele o Senhor dera vitória à Síria; era ele herói da guerra, porém leproso. 2Saíram tropas da Síria, e da terra de Israel levaram cativa uma menina, que ficou ao serviço da mulher de Naamã. 3Disse ela à sua senhora: Tomara o meu senhor estivesse diante do profeta que está em Samaria; ele o restauraria da sua lepra.

Naamã era um homem sem nada, ou quase. Se todos olhavam para ele e enxergavam o magnífico comandante, na realidade seu brilho não era tão grande. O exército era do rei da Síria. A vitória, fora o Senhor que dera... O que sobrava para Naamã? A lepra!

Enquanto o poderoso guerreiro vestia sua armadura e aterrorizava os inimigos, ele mesmo não tinha paz, angustiado sem saber o dia que a morte lhe bateria à porta. Se por um lado o seu povo lhe dava honras, dava a um estereótipo, não ao monstro carcomido que existia dentro da armadura. Vivemos em dias de heróis leprosos. Somos ensinados a vencer, conquistar, prosperar... Ganhar as guerras deste mundo. Heróis de guerra, com bons empregos, grandes ministérios, muito produtivos. Pessoas cheias de renome e grandezas. Currículos quilométricos. Máscaras. Mascarados.

O primeiro passo para resolver um problema é admitir que ele existe. Fazer de conta que não estamos em crise quando estamos, ou que não está doendo quando na realidade está servirá para que? O máximo que conseguiremos é enganar o próximo e por curto período a nós mesmos. Máscaras têm efeito analgésico, mas não curativo. O máximo que Naamã poderia conseguir com sua armadura era que os outros pensassem que ele não padecia de enfermidade, mas quando a lepra se agravasse, todos perceberiam. Uma mulher não poderá se manter maquiada a vida inteira, cedo ou tarde seu marido saberá como ela de fato é! Nossas máscaras, podem até ser eficientes para os que olham de fora, mas e para aquEle que nos conhece por dentro?

A lepra tirava a sensibilidade de Naamã, mas debaixo da armadura, ninguém a veria. A lepra espiritual nos impede de enxergar o declínio de áreas em nossa vida, ainda mais quando usamos de máscaras. Por que fazer de conta que vai tudo bem quando seu filho está indo na direção das drogas? Por que negar ao pastor que está com problemas quando seu casamento está em ruínas? A lepra espiritual, nos tira a sensibilidade de ver que aqueles que estão ao nosso redor são pessoas necessitadas de amor, de instrução no evangelho e condições básicas de vida!

Mais adiante o texto bíblico mostra que de fato Naamã foi curado através de Elizeu. Mas não acho que nessa história, o verdadeiro herói seja Elizeu e muito menos Naamã. Essa história tem uma heroína! Uma heroína sem nome, simplesmente chamada de ‘menina’. Que foi tomada como escrava pelas tropas da Síria. O que teriam feito com seus pais? Como escrava, trabalhava duro e sem salário. Tinha todos os motivos do mundo para desejar que Naamã morresse em sua lepra. Mas ela perdoou! Ela desejava a cura de seu agressor.

É tempo de lançarmos as máscaras no chão e se temos algo contra alguém, é hora de perdoar. Como metal pesado, a mágoa se acumula nos corações até atingir níveis de concentração letais. Enquanto a lepra consome visivelmente, a mágoa corrói em oculto.

Se a menina não tivesse perdoado Naamã, ele morreria em sua lepra. Se Naamã tivesse impedido a menina de saber que era leproso, nunca teria sido por ela aconselhado. Qual a sua condição hoje? Herói de guerra, porém leproso? Ou vítima de tais heróis?

Nossa sociedade tem ensinado a matar nossos irmãos para crescer. Assim, machucamos e somos machucados. Meu desejo é que possamos sair desse ciclo vicioso de ferir e ser ferido e entrar no ciclo de perdoar e ser curado.

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